15 de julho de 2013

Dê passagem à Gentileza


Nos dias de hoje é fácil observar a falta de paciência, e gentileza nas pessoas. Pequenos hábitos como dar bom dia ao entrar no elevador ou ceder passagem para outro motorista, já não existe mais. Há uma intolerância no ar, uma pressa, pra chegar primeiro em algum lugar. A vida nos cobra pontualidade, agilidade e muito trabalho, vivemos mergulhados nas tecnologias, digitando freneticamente mensagens, de forma tão impessoal, apreendemos cedo que tempo é dinheiro, e levamos a sério essa ideia. 


Recentemente quando atravessava uma via de muito movimento e aguardava o semáforo abrir, notei a impaciência de uma senhora, quando ela fez um gesto pra se antecipar e atravessar, fiquei preocupada e a adverti sobre o risco, pasme, ela me mandou para um lugar bem feio. Entrei em choque, como uma inocente velhinha pode dizer aquelas coisas. Depois de refletir constatei que, as pessoas sem educação envelhece, levando consigo antigos hábitos.

Gentileza gera gentileza, sem falar no prazer que sentimos quando somos bem tratado, no supermercado ou no transito, e como esse gesto causa espanto. Isso significa, que estamos nos acostumando com falta de gentileza, quando na verdade deveríamos rejeitar essas atitudes e não assimilar. Vamos recordar daqueles filmes de época, onde o cavalheiro que caminha, retira o chapéu quando encontra uma jovem ou um conhecido, em sinal de cortesia e educação. Eu sei que os tempos são outros, mas que tal, somente hoje fazer de uma outra forma. Usar de gentileza com todos, sorrir, agradecer, você vai notar,que essa sua pequena atitude desencadeia uma energia maravilhosa de boa vontade e paciência, fazendo com que o gerador deste movimento, sinta-se pleno e doador de amor.

Vamos compartilhar a parábola do Sol e o Vento.

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte. O vento disse:

-Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá em baixo com um casaco? Aposto como posso fazer com que ele perca o casaco mais depressa do que você.

O sol, então, recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furação, mas, quanto mais ele soprava, amis o velho segurava o casaco junto ao corpo. Finalmente o vento acalmou-se e desistiu de soprar. O sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o casaco. O sol disse, então, ao vento:

- A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força.




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